Repórter defende que “à capela” começou em Belém

A discussão sobre quem começou a cantar o Hino do Brasil “à capela” continua, mas, desta vez, os paraenses têm um aliado. O repórter Tino Marcos, que está na sua sétima cobertura de Copas do Mundo, lembrou nesta segunda-feira (16) – em sua conta no Twitter – que foram os torcedores paraenses que continuaram cantando o hino nacional após os minutos estabelecidos pela Fifa.
Reprodução/Twitter
Twitter/@tinomarcosreal
Vários paraenses questionaram quando o narrador Galvão Bueno, na transmissão do jogo entre Brasil e Croácia, na última quinta-feira (12), divulgou que o ato havia começado em Fortaleza (CE).
Centenas de torcedores do Pará questionaram a atitude do narrador e ficaram revoltados com a afirmação.
“É um absurdo. Belém deu um exemplo de patriotismo. É uma pena que isso aconteça. O norte do país, como um todo, é discriminado. Eu vejo nos noticiários nacionais, um tempo maior pro campeonato do Mato Grosso do Sul, que nem torcida tem, e o Re x Pa que fez 100 anos, no ano de copa, é passado em branco”, disse o torcedor Miguel Pimentel.
Em 28 de setembro de 2011, no final da Copa Superclássico das Américas, em jogo entre Brasil e Argentina, no Mangueirão, em Belém, torcedores continuaram a cantar o hino depois do tempo previsto e emocionaram jogadores e torcedores de todo o Brasil.
Veja o vídeo:

(Bruna Dias/DOL)

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